Botswana, Foto T.Abritta, 2008

segunda-feira, 1 de janeiro de 2018

A foto que não tirei



          Este era o segundo dia.  Vagarosamente percorríamos trilhas, olhos no chão procurando pegadas, atenção para os pássaros, macacos e outros animais.  De repente um alarido com os animais se afastando do ponto atrás de um tufo de vegetação.  Era a presença do tigre!  Bastava atravessar uma pequena ponte e ter a visão completa.  Mas isto não aconteceu, pois, guardas florestais impediram a nossa passagem, privilegiando equipes de cinegrafistas e fotógrafos de uma revista de Natureza. 
          Já fui impedido de tirar fotos por várias razões: militares, condições climáticas etc.  Mas desta vez foi inédito, pois tratava-se do famoso Parque de Ranthambhore, na Índia.
          Mais tarde, no voo de retorno, encontrei um dos participantes desta desventura, que me presenteou com uma bela foto, pedindo para não ser identificado, pois poderia trazer prejuízos à sua luta ambiental.


Ranthambhore, Índia, 2009.


domingo, 17 de dezembro de 2017

Meio Ambiente, o ar e as águas


          A foto abaixo foi tirada no alto do bairro da Gávea, no Rio de Janeiro.  A coloração do fungo é um indício da pureza do ar no local desta região de matas e rios. 
Mas o Meio Ambiente em equilíbrio depende também de outros fatores como, por exemplo, a preservação das águas. 


          Infelizmente os rios que nascem na vertente sul da Serra Carioca e desaguam na Lagoa Rodrigo de Freitas, formando três bacias hidrográficas: rios Cabeça, Macacos e Rainha, já apresentam suas águas poluídas. 
          O rio Cabeça nasce nos contrafortes do Morro do Corcovado.  O rio dos Macacos nasce no Morro do Sumaré e passa pelo Jardim Botânico.
          O rio Rainha nasce nas matas da Serra Carioca e passa pelo bairro da Gávea.
          A poluição destes rios compromete uma região importante pela riqueza de suas matas.
          Urge denunciarmos e exigirmos a despoluição destes cursos de águas tão importantes para o Rio de Janeiro.

Referência:




quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

Fotografia e Escala



          Em 2006, por ocasião de uma viagem pela Antártica, fotografei um belo iceberg, que pode ser visto na foto abaixo.  A par de sua beleza, faltou o fator escala para que o observador da imagem tenha uma ideia de seu tamanho.  Felizmente, enquanto o nosso navio se afastava para a direita, outro navio passou pela frente do iceberg (ver foto), fornecendo, portanto, este fator escala.




segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Colonizando a Highway


          Viajar pela Índia é sempre uma oportunidade para aprendermos novos significados como, por exemplo, o de colonização do ponto de vista da Cultura de seu Povo.  
          Na fotografia abaixo, apresentamos a vista de uma highway que havia sido aberta ao público em um trecho inicial de cem quilômetros. 
          Mas para nossa surpresa, as populações locais resolveram usá-la como se fossem duas estradas independentes, trafegando em cada uma das pistas com mão e contramão. 
          Viajar por esta estrada foi difícil pois tínhamos que cruzar com rebanhos de animais, caminhões, carroças etc.
          A highway havia sido colonizada...


Foto T.Abritta, 2009.



sábado, 25 de novembro de 2017

Animais Ameaçados: Takin


          O Takin é um animal pouco conhecido, com exemplares sobrevivendo, em áreas protegidas, no Butão, Norte da Índia e Tibet.  Nas fotos abaixo, tiradas no Butão em 2007, registro este raro animal.





quinta-feira, 2 de novembro de 2017

Aprendendo Matemática


Foi uma grande honra prefaciar o livro Aprendendo Matemática – volume I, do Professor Heitor Churchill Ferreira de Souza, que gentilmente me enviou hoje seu primeiro exemplar.


Prefácio

          Vivemos em um Mundo altamente tecnológico que permeia praticamente todas nossas atividades como trabalho, lazer, saúde, educação, transporte e comunicações.  Entretanto, boa parte da população não tem conhecimentos mínimos de Ciências ou Matemática que são disciplinas básicas para o conhecimento Humano.
          Este desconhecimento gera dificuldades, limitando a cidadania e dificultando o aprendizado de várias disciplinas.
          Em meio a este desprestígio das Ciências e da Matemática, uma boa notícia é o livro Aprendendo Matemática – volume I, do Professor Heitor Churchill Ferreira de Souza, que reúne sua experiência de quase vinte anos lecionando matemática comercial e financeira em cursos preparatórios para concursos públicos e no antigo BANERJ, atual banco Itaú.  Nascido no Rio de Janeiro, formado em Ciências Contábeis com especialização em Matemática Financeira, o Prof. Heitor demostrou desde sua juventude a vocação para lecionar Matemática, especialmente Aritmética e Lógica.
          Este livro – o primeiro de uma série de cinco volumes – incentivará e despertará o interesse do estudante, já que usando métodos originais, mostra que o aprendizado desta disciplina é baseado na lógica e não apenas no mero "treinamento" e memorização.  Uma grande quantidade de exemplos, exercícios resolvidos e problemas propostos guia o estudante por suaves caminhos para a aprendizagem.
          Um dos métodos usados nesta obra é a “Falsa Posição”, um antigo método interativo de equacionar e resolver problemas matemáticos.
          Este método tem paralelo em outras disciplinas, como por exemplo o também antigo "Método dos Deslocamentos Virtuais”, usado em Mecânica para estudos de Estática, onde imagina-se que a estrutura sofre um pequeno deslocamento e tenta-se minimizá-lo, facilitando o cálculo final.
          Métodos interativos como estes caíram no esquecimento, mas felizmente despertaram nesta obra, demonstrando sua grande utilidade na solução de problemas envolvendo razão, proporção, regra de três, porcentagem e muitos outros.
          Assim, ao longo deste volume, os leitores e estudantes irão não só aprendendo como admirando as maravilhas desta disciplina.

Teócrito Abritta
Físico e Escritor



quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Horas Mágicas


          Assim o Fotógrafo de Natureza e Alpinista, Galen Rowell (1940-2002) chamava a luz quente e avermelhada de um final de dia ensolarado, com suas dramáticas sombras que emolduravam a paisagem. 
          Na foto abaixo, do alto de uma colina, registrei a Fazenda Pau D'Alho em São José do Barreiro-SP, na Estrada Real, indo para Bananal e depois descendo para Paraty. 


Fazenda Pau D'Alho, São José do Barreiro-SP,  Foto T.Abritta, 2004.